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✨ O Poder da Primeira Palavra do Dia

Um Ensinamento de Zé Pelintra Hoje é um dia de consagração à espiritualidade, um dia para relembrar que a vida é importante e que cada amanhecer é uma bênção — não uma preocupação. Zé Pelintra nos ensina que o dia após o outro é mais do que rotina: é oportunidade, é magia, é movimento do Universo ao nosso favor. E tudo começa com a primeira energia que você envia ao mundo assim que desperta. A energia do despertar define o ritmo do dia Imagine: você encontra uma pessoa pela primeira vez e ela chega dizendo “vai se fuder, filho da puta”. Qual seria sua primeira reação? Naturalmente, você pensaria em revidar. Mas se você está numa gira, você sente, pensa… mas não devolve. Por quê? Porque você entende que a energia inicial dita o caminho, e que nem tudo deve ser alimentado. Assim também funciona quando acordamos. Se a primeira palavra do dia for negativa, pesada, desesperada, essa energia ecoa. Tudo que é ruim vem em dobro, às vezes até em triplo. Mas quando você saúda seu Ori logo cedo, ...

O que o corpo avisa antes da espiritualidade

  Antes do guia chegar, o corpo já fala. Cansaço extremo, irritação constante, vontade de faltar gira sem motivo. Nem tudo isso é espiritual. Às vezes é a vida pedindo organização, descanso e limite. Cuidar do corpo também é fundamento. Espiritualidade não habita um corpo abandonado.

O erro de querer aprender rápido

 No terreiro, quem corre demais tropeça. Quem quer sentir tudo de uma vez, costuma se perder. A Umbanda não forma médiuns rápidos. Forma médiuns inteiros. Cada gira repete fundamentos porque o aprendizado não entra pela pressa, entra pela repetição. Quem respeita o tempo, permanece. Quem quer pular etapas, geralmente vai embora.

O que o corpo avisa antes da espiritualidade

 Antes do guia chegar, o corpo já fala. Cansaço extremo, irritação constante, vontade de faltar gira sem motivo. Nem tudo isso é espiritual. Às vezes é a vida pedindo organização, descanso e limite. Cuidar do corpo também é fundamento. Espiritualidade não habita um corpo abandonado.

Quando o guia se cala

  Muita gente acha que quando o guia se cala é castigo. Mas, na maioria das vezes, é confiança. O guia se afasta quando percebe que o médium já consegue escolher melhor, reagir menos e observar mais. É como um adulto que solta a mão da criança para ela aprender a atravessar a rua. Silêncio espiritual não é abandono. É espaço para amadurecimento. Natasha de Iemanjá 

O médium que só sentia dentro do terreiro

  Teve um médium que dizia sentir tudo na gira. Arrepio, calor, emoção, choro. Mas fora do terreiro, ele brigava fácil, se desequilibrava por qualquer coisa e vivia cansado da própria vida. Um dia, alguém mais velho disse a ele: “Se a espiritualidade só funciona aqui dentro, então não é espiritualidade. É palco.” A Umbanda não ensina a sentir apenas no chão batido do terreiro. Ela ensina a viver melhor fora dele . Sentir na gira é importante. Mas sustentar o que se sente na vida… isso é desenvolvimento. Natasha de Iemanjá

A vela na umbanda !

A vela 🕯️ é considerada, na espiritualidade, uma das oferendas mais poderosas, pois reúne em sua composição os quatro elementos da natureza, liberando energia de forma harmoniosa.  - O fogo 🔥 está presente na chama. - A terra se manifesta na cera. - O ar é aquecido e dissipa os resíduos espirituais. Na Umbanda, é essencial que o praticante jamais retire algo da natureza sem deixar, ao menos, uma vela como forma de retribuição. Essa ação repõe o fluido retirado do ambiente e demonstra profundo respeito à criação divina e aos elementais. - Natasha de Iemanjá